sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Editora Criativo lança A técnica do desenho, de Jayme Cortez

No próximo dia 4 de fevereiro, a partir das 14h, no Espaço Cultural Instituto Cervantes (Av. Paulista, 2439, São Paulo/SP), durante a cerimônia de entrega do 28º Prêmio Angelo Agostini, acontecerá o lançamento oficial do livro A técnica do desenho, produzido por Jayme Cortez (1926 - 1987) e publicado pela editora Criativo.
O livro traz dicas e detalhes sobre como desenhar, desde os esboços até a arte-final, incluindo elementos como cabeças, anatomias masculina e feminina e ainda estudo de narrativas e movimentos, proporção, natureza, vestuário, objetos variados e até desenho infantil clássico.
Completando a obra, textos sobre a vida e a obra de Cortez, assinados por José Márcio Nicolosi, Franco de Rosa e Worney A. de Souza.
A técnica do desenho tem 96 páginas e custa R$ 29,90.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Conheça os desenhos realistas de Carlos Damasceno



Carlos Damasceno, nasceu em Maranguape, no estado de Ceará, onde iniciou sua vida de desenhista, fazendo seus primeiros desenhos a lápis de grafite, já no jardim de infância aos seis anos de idade. O desenho sempre esteve presente em sua vida.
Para aperfeiçoar o dom, fez  o Curso de Desenho Avançado no SENAC em Fortaleza- Ce.
Em 2003 a empresa em que trabalha abriu uma filial em Vitória da Conquista. Desde então continua sempre estudando e aprimorando a arte. Damasceno tem paixão por desenho a lápis de grafite. Fazendo desenhos apenas com tons de cinzas e explorando uma riqueza de detalhes.
Confira seu trabalho aqui: www.carlosdamascenodesenhos.com.br

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Brasileiro tem 'dedo' em desenhos e games dos Transformers


Nos tempos de escola, quando preenchia páginas e páginas de cadernos com desenhos dos robôs da TV que se transformavam em carros e aviões, o brasileiro Marcelo Matere, 33, não poderia imaginar que, 20 anos depois, receberia uma mensagem direta que dizia mais ou menos assim: "Gostamos dos seus desenhos. Quer trabalhar para a Hasbro?".
Ilustrador oficial da fabricante de brinquedos responsável pela franquia Transformers, o desenhista industrial de São Paulo trabalha para a empresa norte-americana desde 2003, criando desenhos de personagens ("concepts"), embalagens e adaptações das dezenas de encarnações das máquinas-robôs do cinema e da TV para outros suportes - livros, histórias em quadrinhos, videogames, cadernos...
Assim como os esboços que fazia na infância, a aproximação com a Hasbro se deu da forma mais despretensiosa possível, revela em entrevista ao G1. "Na adolescência, eu tinha deixado um pouco de curtir a série. Mas em 2002, já na faculdade, comprei um box de DVD com os episódios de 'Transformers' e assisti inteiro. Nesses desenhos antigos, o Bumblebee era o mais bobinho da turma, um fusquinha amarelo que apanhava de todo mundo. Não era o herói que ele é hoje", lembra Marcelo.





 

Pensando nisso, ele resolveu fazer um desenho do personagem "no espírito do original" e inseri-lo em um contexto de mais ação, próximo às séries animadas e HQs que estavam sendo lançadas no início dos anos 2000. Por sugestão de um amigo, postou o desenho em um fórum dedicado aos fãs de Transformers - o TFW2005.com - e viu, literalmente, a oportunidade de emprego bater a sua porta.
"[O desenho do Bumblebee] teve um feedback muito positivo na época. Foi uma das páginas mais acessadas no fórum", explica. "Me pediram para desenhar uns outros personagens, mais obscuros, e eu fiz. Logo em seguida, recebi uma DM de um designer da linha de Transformers da Hasbro que era responsável pelo site me perguntando se eu tinha interesse em ajudar a botar o site da série 'Transformers Armada' no ar."
As ofertas de trabalho feitas pela empresa , para quem Marcelo trabalha no regime de free-lancer, não pararam mais e, desde então, seus desenhos têm sido cada vez mais requisitados. Foi na prancheta de desenho dele que nasceram personagens do popular game "War of Cybertron", para Nintendo DS, e é também dele a assinatura das ilustrações dos livros oficiais que transportam as histórias dos filmes de Michael Bay do cinema para o papel - inclusive o ainda inédito volume dedicado ao terceiro filme, que tem sua estreia mundial marcada para esta sexta-feira (1º).




"[O novo filme] é o melhor dos três, fecha bem a trilogia", atesta o desenhista, que assistiu à superprodução em primeira mão no início desta semana, em uma sessão fechada promovida pela Hasbro em São Paulo. "A interação dos robôs com os humanos está mais legal. A história está mais bem contada e o ritmo é melhor também - tem um monte de 'plots' e 'subplots' interessantes", afirma o brasileiro, que, apesar de ter parte das contas pagas pela empresa norte-americana, não poupa críticas de fã aos primeiros longas da série.
"Quando vi os primeiros 'concepts', acheio tudo meio estranho, que não tinha nada a ver. Mas, quando você vê no cinema as partes deles se movendo e indicando que aquele robô está 'vivo', tem expressão, me dei conta de que esse realismo talvez fosse impossível de ter com os desenhos 2D", justifica. "[No último fime], os robôs são animais! O 3D está muito bem usado. Dá para ver que o Michael Bay conversou mesmo com o James Cameron e usou as câmeras certas. Tem cenas que você vê que foram pensadas para o 3D e vão fazer o pessoal pirar."

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Desenho Tintin vai para as telonas e consoles


Um clássico dos desenhos animados, “Tintin” ganhou uma versão para as telonas e para os consoles. O game que terá o título de “The Adventures of Tintin: The Game” é desenvolvido pelo estúdio da Ubisoft em Montpellier, na França.


O jogo recebeu uma participação ativa de Steve Spielberg e de Peter Jackson na produção, os mesmos produtores da versão do cinema.  O “The Adventures of Tintin: The Game” promete recriar o mundo de Tintin sem perder a identidade clássica da série.

A trama do jogo acompanha os eventos que se desenrolaram nos livros “O Caranguejo das Tenazes de Ouro”, “O Segredo do Licorne” e “O Tesouro de Rackham”.  A ideia é permitir que o jogador explore a cidade de Bagghar, o lendário navio Karaboudjan do Capitão Haddock e até o palácio Ben Salaad.

“Estamos empolgados com a oportunidade de trabalhar na icônica franquia de Tintin com produtores tão renomados como Spielberg e Jackson”, disse Yves Guillemot, diretor da Ubisoft, em nota à imprensa.

“Nossa equipe de desenvolvimento em Montpellier trabalhou bem próxima aos produtores do filme para garantir que o jogo mantenha os momentos mágicos do filme e a experiência de completa imersão do universo de Tintin.”

Texto: Ana Bastos